Por meio do projeto Capes PrInt da UFSM, desde junho de 2023 até junho deste ano, ele está vivendo experiências em três áreas principais: entomologia, solos e inovação, além de estar atento à modernização da universidade, que tem 37,8 mil estudantes, 2,4 mil professores e 7,1 mil técnicos em educação, com um orçamento de US$ 2,03 bilhões em 2023.
Os focos do trabalho são integrar estratégias de manejo de pragas da soja, alinhadas à agricultura sustentável; estudar o desenvolvimento e a avaliação de bioinsumos, visando substituir fertilizantes e pesticidas químicos; e vivenciar experiências e estratégias de desenvolvimento da inovação e do empreendedorismo no Research Triangle Park (RTP), que é o maior e mais antigo parque tecnológico dos Estados Unidos. “Tento conectar minhas experiências anteriores e recentes com a evolução do ensino, pesquisa, extensão e empreendedorismo, assim como com a atmosfera geral da North Carolina State University”, destaca.
O relacionamento da UFSM com a NCSU começou em 2018, quando o professor Dominic Reisig, entomologista e extensionista da NCSU na área de soja, milho e algodão, visitou a UFSM e, na sequência, passou a receber estudantes de graduação e pós-graduação do Laboratório da Manejo Integrado de Pragas (LabMIP). Três alunos já foram para a NCSU. Mais recentemente, teve início uma colaboração com o professor Luc Gatiboni, do Departamento de Solos da NCSU, que receberá outro estudante do LabMIP para doutorado “sanduiche”, trabalhando com bioinsumos para a agricultura.
Rotineiramente, Guedes tem participado de pesquisas de estudantes no Departamento de Entomologia e Fitopatologia e de eventos das áreas de interesse e dos objetivos propostos. “Esta experiência está sendo maravilhosa, seja pela integração a uma equipe que desenvolve soluções para o manejo de pragas, por um lado, mas por explorar outras possibilidades no campo dos produtos biológicos, agricultura sustentável, além da inovação e empreendedorismo”, enfatiza.
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