
O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (JBSM) recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a declaração oficial de cadastramento como Área de Soltura de Animais Silvestres (ASAS), fortalecendo sua atuação na conservação da biodiversidade e na proteção da fauna nativa.
A certificação, emitida pela Superintendência do Ibama no Rio Grande do Sul, reconhece que a área do Jardim Botânico está apta para receber a soltura de animais silvestres oriundos de apreensões, resgates e entregas espontâneas realizadas pelos órgãos ambientais. A declaração foi emitida em 1º de junho de 2026.
O cadastramento como ASAS representa um importante avanço para o Jardim Botânico da UFSM, que passa a integrar a rede de áreas destinadas à reintegração de animais silvestres à natureza. Esses espaços são fundamentais para garantir que espécimes recuperados possam retornar ao ambiente natural de forma segura, contribuindo para a manutenção das populações da fauna brasileira.
Além de sua reconhecida atuação na conservação da flora, pesquisa científica, educação socioambiental e lazer em contato com a natureza, o Jardim Botânico amplia sua contribuição para a conservação dos ecossistemas, reforçando seu compromisso institucional com a proteção da biodiversidade.
“O reconhecimento do Ibama demonstra que o Jardim Botânico da UFSM amplia seu papel na conservação da biodiversidade. Além de atuar na conservação da flora, o espaço passa a contribuir também para a proteção e reintegração da fauna silvestre da nossa região, fortalecendo sua missão ambiental”, destaca a diretora do JBSM, Simone Messina.
Em sua declaração, o Ibama destacou a importância da iniciativa e agradeceu à UFSM pela disponibilização da área, ressaltando a relevância da ação para a proteção da fauna silvestre brasileira.
O Jardim Botânico da UFSM possui cerca de 13 hectares de área destinada à conservação, educação ambiental e pesquisa, constituindo-se como um importante patrimônio ambiental e científico da região central do Rio Grande do Sul.
Foto: Arquivo JBSM
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