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Pint of Science coloca Frederico Wesphalen na rota mundial da ciência 

Foto colorida horizonal de dois estudantes, um homem e uma mulher vestidos com roupas casuais e estão em um local fechado. Os dois estão com as mãos em um controle semelhante ao usado para jogos de videogame.
Estudantes testam funcionamento de drones

Nos dias 18, 19 e 20 de maio, o festival internacional que brinda a ciência, o Pint of Science, ocorre em Frederico Westphalen. “Além de democratizar o acesso ao conhecimento científico, o festival contribui para despertar vocações, fortalecer a educação e valorizar a produção científica nacional”, explica a assessoria de comunicação da edição brasileira do festival. “Vale destacar que não há necessidade de inscrições e todas as atividades são gratuitas, reforçando o compromisso com a inclusão e o amplo acesso à ciência”, complementa.  

Pela primeira vez, vamos transformar nossos espaços em centros de inovação. Vamos brindar às descobertas que mudam nossas vidas e mostrar que a nossa cidade respira conhecimento. Não importa se você é estudante, agricultor, empresário ou apenas alguém curioso. Este evento é para quem acredita que aprender pode — e deve — ser divertido. 

A estreia de Frederico Westphalen no Pint Of Science consolida o município como um polo de disseminação de conhecimento no interior do Rio Grande do Sul. Ao unir inovação, tecnologia e consciência social em ambientes descontraídos, o festival reafirma que o progresso da sociedade começa, muitas vezes, em uma boa conversa. Não perca a chance de fazer parte deste marco histórico para a ciência da nossa cidade.

O Pint of Science em Frederico Westphalen é uma promoção do Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.  O patrocínio é de Sicredi, Maudito Gastro Bar, Speed, Criare Camisetaria, Vitrola e Complexo 34. Os apoiadores são: SRS Digital, Cotrifred, Unna, Empório – produtos Gourmet e Ecológica Jr. 

 

Três dias de Pint of Science em Frederico Westphalen

 

18 de maio (segunda) – Ciência aplicada e inovação 

 

A Vitrola vai abrir as portas para falarmos de Ciência Aplicada e Inovação. A professora Denise Schmidt responderá se os Aromas podem proteger as plantas. Enquanto Cristiano Bertolini pergunta: Onde fica o banheiro? Ao trazer essa questão, ele vai pontuar os erros de tradução que a IA (ainda) comete.   

 

19 de maio (terça) – Tecnologia e informação 

 

Será a vez do Maudito Gastro Bar recepcionar os pesquisadores para um dia de debates sobre Tecnologia e informação. Na era da Inteligência Artificial, a distinção entre o real e a mentira vira linha tênue. Para falar sobre a temática, a professora Mirian Redin de Quadros discutirá: Por que ainda acreditamos em fake news? Na sequência, Emanuel Araújo Silva faz em sua apresentação um paralelo divertido com a percepção de que “dois chopes parecem iguais, mas não são” para explicar a gestão de um olival de 34 hectares. O tema da sua fala é: O que a cerveja, o drone, a IA e a oliveira têm em comum?.  

 

A professora Letícia Trevisan Gressler encerrá a noite com a discussão sobre uma das maiores ameaças globais à saúde, associada a milhões de mortes por ano e com potencial de crescer ainda mais nas próximas décadas: a resistência antimicrobiana. As superbactérias já começaram a aparecer e estão até na água que consumimos. Então, para ficar por dentro desse assunto, não perca a fala da pesquisadora: A próxima pandemia já começou: e você faz parte dela

 

20 de maio – Novas gerações e a ciência em formação 

 

Na última noite, ainda no Maudito Gastro Bar, jovens estudantes apresentarão suas pesquisas a partir da proposta Novas gerações e a ciência em formação. De forma leve, Luma Dal’ Astra Zanella mostra a presença dos microplásticos no ambiente e no nosso cotidiano, desde a origem do plástico até onde esses materiais já foram encontrados. Será que Você já comeu plástico hoje? 

 

Em 2024, o Rio Grande do Sul parou em meio às piores enchentes da história. Com suas casas e famílias também atingidas, muitos jornalistas precisaram trabalhar para mostrar em tempo real os fatos. Júlia Negrello Decarli pesquisou como as histórias de vida dos profissionais da comunicação impactam nas informações que chegam até nós. A estudante vai apresentar o tema Como noticiar uma tragédia quando você também é vítima dela? 

 

Por fim, uma experiência com máquinas moleculares que imitam movimentos macros. Embora invisíveis a olho nu, pesquisas mostram que essas moléculas, no futuro, conseguiriam, por exemplo, fazer a entrega direcionada de medicamentos dentro do organismo. Química pura mostrada de maneira simples pela mestranda Suzan Kamine Kunz, que vai fazer sua fala a partir da pergunta, E se máquinas fossem moléculas? 

 

Texto: Cristina Guerini, produtora cultural

Fotos: Gabriel Cocco

Foto colorida horizonal de bancada em laboratório de química. Uma pessoa com luvas azuis segura uma recipiente com pequenos pedaços de plástico e um ferramenta semelhante a uma pinça e coloc em um becker que contém um líquido cor alaranjada e translúcido. Ainda na bancada estão outras vidrarias com o mesmo líquido alarjado.
Experimento feito com microplásticos no campus Frederico Westphalen da UFSM

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